
"RISCO ZERO", maior respaldo e preparação do policial investindo, por exemplo, no desenvolvimento de inteligência emocional, e cuidados pós traumáticos. Romani pretende também reformar a Lei Orgânica da Polícia de São Paulo (LOP).

A “POLÍCIA AMIGA DA ESCOLA”, que consiste em aproximar a polícia das nossas crianças, futuro desta nação, a fim de resgatar os valores, direcionamento profissional e esportivo, para afastá-las dos exemplos ruins das ruas. Romani planeja investir no esporte para oferecer uma formação mais ampla para os jovens, hierarquia e disciplina.

Entre 14 e 16 anos, Luiz Romani enfrentou (e venceu) por duas vezes o câncer. Por ter presenciado a dificuldade que sua família teve para arcar com os altos custos dos tratamentos de câncer, o Delegado Romani planeja trabalhar fortemente na Assembléia Legislativa de São Paulo com a Pauta “NOVA CHANCE” que consiste em abatimento de impostos estaduais para as empresas que contribuírem com Hospitais de Câncer Infantil.

O SISTEMA DETECTA é o maior banco de dados da América Latina, utilizado pela Secretaria de Segurança Pública. Possui leitores de placas instalados em câmeras de vigilância, possibilitando assim o monitoramento em tempo real.
O Delegado Romani pretende ampliar o SISTEMA DETECTA, instalando câmeras em pontos estratégicos dos Municípios, a fim de realizar uma ocupação territorial inteligente, realizando efetivo combate à criminalidade, o que reduzirá crimes como: furtos e roubos de veículos, furtos e roubos de celulares, sequestros, assaltos a estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes, indústria e etc.
A proposta contará com apoio da iniciativa privada para instalação das câmeras de segurança, começando pela região do Butantã, local onde o delegado nasceu e foi criado.
O Delegado Romani foi a primeira Autoridade Policial a chegar até o apartamento, onde o corpo do cantor foi encontrado sem vida por seu motorista. O Delegado conta que ao entrar no apartamento na região de Pinheiros, na cidade de São Paulo, encontrou sinais do que teria acontecido, “o apartamento e o corpo tinham nítidos sinais de que houve ali uma crise (“surto”), e a morte foi causada por uma “overdose”. “Destaca Romani que a “cena fala” e com a experiência que nós (policiais) temos, não fica difícil perceber os sinais e indícios para sabermos o que realmente aconteceu.”
Outro caso de grande repercussão na mídia, foi o crime da “falsa vidente”, que esclarecido pela equipe coordenada pelo Delegado Romani, após meses de investigação, contou o destemido Delegado, era uma “quadrilha familiar” de ciganos, a matriarca abordou, neste crime, umas vítimas, em um hospital renomado e aproveitou o problema de saúde e a fragilidade emocional, para se oferecer para ajudar com o problema “espiritual”. A partir daí, começou a extorsão. A associação criminosa desviou mais de 50 milhões de reais”. O Delegado Romani destacou ainda que é cultural destes ciganos passar as habilidades do crime (“Know How”) de pai para filho, sendo praticamente uma universidade do crime, onde se formam profissionais do engodo (“estelionatários”), ao todo foram cumpridos 11 mandados de prisão, da mesma família, além de diversos mandados de busca e apreensão domiciliar, sendo que até os mais jovens estavam aprendendo como cometer este tipo de crime”.
A especialidade do Delegado Romani é o combate ao crime organizado e, assim como no crime da falsa vidente, presidiu muitas investigações de crimes patrimoniais, o que permitiu ao Delegado desenhar a estratégia que revolucionou o combate ao crime de sequestro, conhecido como “quadrilha do pix”.
O Delegado Romani conta como é esta recente modalidade de crime, “se assemelha muito com o sequestro, a diferença é que, com a tecnologia, quem paga o resgate é a própria vítima e não um terceiro”, e explica qual foi a estratégia de enfrentamento, “o que faziam antes é enquadrar como “sequestro relâmpago”, artigo 158, parágrafo terceiro. Eu enquadrava no artigo 159, delito mais grave, o qual é extorsão, mediante sequestro, na modalidade que a própria vítima paga sua liberdade. E mais, peço a prisão também daqueles que emprestam a conta para receber o dinheiro do crime, pois são partícipes essenciais para a consumação do delito”.
Este tipo de combate à criminosos, proporcionou o efeito esperado, “Nós prendemos bastante, de 2020 para cá foram mais de 200 mandados expedidos pela Justiça nas investigações que comandei e a modalidade começou a ficar menos atrativa na nossa região do Butantã, para os criminosos”.
Porém, afirma que é necessário manter a intensidade no combate desta modalidade de crime, o qual assola a sociedade”, finalizou.
Depois de mais de 10 anos como Delegado, Romani sentiu a necessidade de colaborar com a sociedade de uma forma diferente, “como Delegado dei o meu melhor e, efetivamente, com o auxílio das minhas equipes, consegui dar uma resposta a sociedade porque eu realmente combati o crime. Mesmo assim, quando eu olho para trás, vejo que fiz pouco, porque os índices de criminalidade continuam subindo, então eu decidi continuar lutando de uma forma diferente” explicou o Delegado.
“Entendi que, como especialista em Direito Criminal, eu preciso participar da construção das leis, e não mais apenas cumpri-las”, explicou o candidato a Deputado Estadual (Pros), intitulado por Pablo Marçal como “O Delegado que mais prende em SP”.